A utilização das fontes energéticas disponíveis, foi o que permitiu a evolução das sociedades humanas. A força dos ventos, as correntes marítimas e dos rios para a navegação, a tração animal para o transporte terrestre e o trabalho no campo, o calor do fogo para cozinhar, o sol para diversos “trabalhos” que o ser humano tinha que realizar, além de outras fontes de energia disponíveis.

Com o passar do tempo e o aprimoramento das tecnologias, foi possível a utilização de novos tipos de fontes de energia e assim passamos a utilizar o petróleo, o carvão mineral e tantas outras fontes.
Porém, nunca nos preocupamos com o esgotamento destas fontes, tampouco com os danos ao meio ambiente que a utilização em larga escala poderia provocar.

Hoje, nos deparamos com o anunciado esgotamento de algumas fontes energéticas e também com as danosas conseqüências que a utilização destas causam no meio ambiente, como o aquecimento global, a poluição da atmosfera, rios e mares e a perda da biodiversidade.

Um dos grandes desafios atuais da humanidade é encontrar e desenvolver novas fontes de energia que possam substituir os combustíveis fósseis, não renováveis e os altamente poluentes em seus processos de geração, e que tem contribuído de maneira impar no processo de aquecimento do Planeta Terra.

As novas possibilidades de geração de energia vão da utilização da biomassa de esgotos domésticos e ETE’s, do biodiesel, de micros e minis centrais hidroelétricas, do aquecimento solar de água nas residências através de sistemas de baixo custo, da geração de energia elétrica com a força dos ventos, da força das marés e ondas e muitas outras.

A adoção destas novas fontes, permite que as comunidades se tornem auto-suficientes no suprimento de energia elétrica e também garantem a redução da emissão de poluentes na atmosfera.

Diante deste cenário, o Instituto iBiosfera pretende fomentar e assessorar as comunidades na adoção de fontes renováveis e limpas, e também a conseguir eficiência energética. Em parceria com centros científicos e com apoio de programas governamentais, pretendemos difundir a adoção destas tecnologias.

Fonte: http://www.ibiosfera.org.br/Ibiosfera/Ibiosfera.asp

 

iBiosfera

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